Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Tempo

Tempo. Porque é que significa tanto? Em cinco minutos podemos fazer tanta coisa! Um minuto pode ser a diferença entre um atraso e uma chegada a horas. Quem ganha a corrida é quem chega primeiro. Pode ser uma questão de segundos, milissegundos ou até microssegundos. Porque é que tudo o que fazemos está a ser contado? Cronometrado?

A vida é um relógio.
Aos 0 anos nascemos, aos 6 vamos para a escola, saímos sabe-se lá quando, segundo as estatísticas procriamos por volta dos 30 e morremos lá para os 78 (estatísticas segundo a média portuguesa).

No entanto, todos temos uma altura em que queremos "queimar" tempo. Seja um jogo de futebol com um resultado a nosso favor ou numa aula seca que somos obrigados a assistir.

Então o tempo é precioso ou dispensável?
É variável. Depende da situação. E o que muda as situações? Serão as acções ou o tempo? Na minha opinião, um deles ou ambos.

E porque raio estou eu a perder tempo a falar do tempo? Para tentar explicar que não tive tempo de actualizar o Criticando a tempo e horas (todas as terças e sextas). Mas o que é que eu fiz com o meu tempo? Gastei-o, perdi-o, ocupei-o? Acho que o deixei passar.
sinto-me:
música: Snow Patrol - Somewhere a Clock Is Ticking
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publicado por Ricardo às 19:43
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1 comentário:
De luxxx a 11 de Janeiro de 2008 às 02:19
Em noite de mau tempo, tenho tempo para deixar um comentário ao post sobre o tempo.

A vida é curta, o tempo passa depressa e só se vive uma vez. Por essas e por outras, há que tirar partido de tudo quanto é momento. Sofregamente, se possível.

O meu relógio deve estar avariado. Saí da escola aos 16, casei aos 18, fui pai aos 25. E tirando aqueles momentos em que se perde alguém de quem se gosta, adoro cada minuto que passa.



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